Parabéns 2009 (7)

A segunda chamada da UFSCar trouxe os nomes de alguns dos alunos 2008 que estavam na lista de espera.

Aqui você vê as carreiras em que ingressaram. São eles:

Monize Caiado Decarli

Glauco Domingues Gonçalves da Silva

Parabéns para os dois, que conseguiram entrar no curso que mais queriam. Desejo muita felicidade e sucesso para eles, que tanto indicaram e indicam o BoaProva.

Aproveito para confirmar o encontro com os alunos de São Paulo neste sábado, às 14h, na rua Vergueiro. Caso você seja um dos convidados do dia e tenha alguma dificuldade para chegar ao local, ligue-nos no 11-3869-7115.



Escrito por Prof. Perdigão às 00h56
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Nota sobre a reforma ortográfica

Segundo o site do UOL para a reforma ortográfica, deixa de haver hífen em expressões como "não cotista" e "não autorizado".

Também se unificaram apenas as expressões "benquerer" e "benfeito". Outras, como "bem-vindo" e "bem-sucedido", seguem com hífen.

Por distração, "autoelogio" estava grafada incorretamente.

Foram corrigidas postagens anteriores (de 2009) do blog.



Escrito por Prof. Perdigão às 04h17
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Essa me surpreendeu!

Já conversei com dois alunos 2008 sobre o desempenho em exatas. Tiveram nota pior do que deveriam/esperavam. Em linhas gerais, são alunos de perfis diferentes, buscando carreiras bem diferentes, mas uma justificativa para o desempenho insatisfatório foi comum no discurso dos dois, que fizeram cursinho convencional (grife-se convencional) junto com aulas particulares no BoaProva:

Como a carga horária do cursinho convencional é muito maior que a minha, eles ouviram muito mais frases como "Decore isso", "Memorize aquilo", "Essa matéria é só aplicar formulinha" do que as minhas "Isso daqui tem deixado o vestibular, porque não tem nada de raciocínio", "Se você quer UFSCar não memorize isso, apenas aprenda a compreender o formulário fornecido", "Só decore isso aqui porque se ganha tempo na resolução, mas aquilo lá não precisa".

O resultado foi, mais ou menos, o seguinte: foram muito mal na Unicamp, mal na Fuvest, abaixo do adequado na UFSCar, mas na Unesp não ficaram abaixo da média.

Traduzindo: quanto mais raciocínio e menos decoreba nas questões, pior foi o desempenho. Porque poucos professores insistiram para que pensassem mais e memorizassem menos. Para que assistissem a menos aulas deles e usassem o tempo para fazer exercícios na sala de estudos. Para que tivessem uma postura mais ativa (pensar em como fazer sozinho) e menos passiva (olhar professor fazer).

Sei que nos cursinhos convencionais há vários professores e frentes da mesma matéria. Mas o aluno não pode se deixar enganar desta forma, com a conquista pela quantidade: 7 professores de exatas do cursinho falaram que o vestibular é X, só o Daniel e um outro falaram que é Y. Vou de X, o X ganhou de 7 a 2!

A conversa dos alunos foi diferente, mas um deles, mais irreverente, praticamente falou do jeito que eu estou escrevendo aqui! Eu nunca tinha ouvido essa desculpa!

Pois é.

Pois saibam que os candidatos que entram na universidade pública perdem.

Perdem em quantidade para os que ficam de fora. Sabe qual o placar? 7 a 2!

Será coincidência?

Não sei, mas, de qualquer forma, está aí mais um caso em que ficar com o 2 é melhor que ficar com o 7!

P.S.: Estou fazendo piada do que me disseram os alunos porque um deles passou e o outro está com boa chance na lista de espera. Mas fica o alerta aos novos alunos BoaProva: de nada adianta fazer um cursinho diferente se você não estiver de mente aberta para novas ideias. O que existe por aí é muuuuita mediocridade e uns poucos talentos. E no interior a situação é ainda pior. Na dúvida, faça a opção por pensar. Sempre!

P.S.2: Essa história de 7 a 2 foi chute. Ou melhor, licença humorística. Embora os números reais não sejam muito diferentes, fica a ressalva.



Escrito por Prof. Perdigão às 02h21
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Sites fora do ar

As nossas páginas boaprova.com.br e secular.com.br estão fora do ar por motivos desconhecidos.

Buscaremos solução para o caso.



Escrito por Prof. Perdigão às 12h08
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Deu na coluna do Dimenstein, mas...

Eu nunca mencionei aqui, mas uma das grandes referências na área de educação, inclusive para pesquisadores em Educação, é o Gilberto Dimenstein.

Para quem não o conhece, segue um trecho reproduzido do site da empresa que vende suas palestras: "Um dos jornalistas brasileiros de maior renome internacional. Iniciou no jornalismo em 1977, na revista Shalon, passando depois pelos jornais O Globo, Jornal do Brasil, Correio Braziliense e pelas revistas Educação, Veja e Visão". A Folha Online, site do qual Dimenstein é colunista, diz que "Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras."

É incrível a frequência com que discordo do que ele escreve. Se eu fosse fazer um levantamento das colunas que escreveu e eu li desde que eu mantenho o blog e que proporção delas traz alguma coisa que eu refuto, discordo ou chego ao ponto de achar que foi um leigo quem escreveu, encontraria um número maior que 50%.

Só que o cara é respeitado por gente da área de Educação. Certo, é gente que acha legal criar um conflito cognitivo na cabeça do aluno, por exemplo. Mas é essa gente que está construindo (?) a nossa Educação.

(Nota 1: Conflito cognitivo é, grosso modo, a situação que se verifica quando o aluno, que possuiria, por natureza ou palpite, uma explicação para um fenômeno científico ou natural, percebe que a sua explicação está "furada", ao observar a natureza mais detalhadamente. Uma pessoa maldosa como eu chama o conflito cognitivo de hipnose da educação. Muitos pesquisadores acreditam que uma excelente maneira de fazer o aluno aprender é deixar aflorar os conflitos cognitivos e deixar ele escolher a melhor explicação para o fenômeno. Eu acho que, muitas vezes, o aluno é induzido a dar uma resposta que, obviamente, vai ser pobre, porque ele não é Albert Einstein, e que seria melhor dar a ele, o quanto antes, uma resposta correta e mostrar porque ela é correta em detrimento de outras possíveis, sem dar mais atenção à resposta errada do aluno do que à explicação aceita pela Ciência em um determinado contexto e tempo. Como na hipnose, você pode criar na mente situações e lembranças falsas e dar a elas mais importância do que dá à realidade. Mas se isso acontece, meu amigo, não tem professor que salve o aluno!)

(Nota 2: Eu também escrevo um monte de bobagens, às vezes, coisas que muitos refutariam. A diferença é que hoje eu tenho credibilidade ínfima no meio educacional e não tenho coluna na Folha. O que eu escrevo não afeta ninguém. Aliás, se lessem este blog, muitos me escreveriam para dizer que eu preciso me informar melhor sobre conflito cognitivo e hipnose antes de falar. Minha resposta é a de que é assim, do jeito que eu escrevi ou pior, que pensa a maioria dos bons professores da educação básica que eu conheço quando apresentados às pesquisas sobre conflitos cognitivos e como lidar com eles. E já que esta postagem é para causar polêmica, que seja generalizada.)

Uma das últimas colunas do Dimenstein é esta aqui.

Ela traz informações exclusivas (já que não foram divulgadas à sociedade ainda) sobre o desempenho dos professores que pretendem trabalhar como ACT (admissão em caráter temporário) na rede estadual paulista. Pela primeira vez, os professores precisaram fazer uma prova para se habilitar ao trabalho.

As informações das colunas são fantásticas. Muito bem selecionadas. Trata-se de um excelente jornalista. Mas as interpretações costumam ter falhas.

Nesta, por exemplo, ele afirma que "[o] maior culpado é o poder público que oferece baixos salários e das universidades que não conseguem preparar os docentes."

Pois é. Só que tem muita gente e muita pesquisa dizendo que o salário não é tão baixo assim, seja em comparação com outras carreiras às quais o professor poderia se dedicar, seja em comparação com o salário em outros países que têm desenvolvimento econômico semelhante ou pior e educação melhor que a nossa. Até na comparação interestadual esse argumento cai. Estados como o Acre vêm melhorando a educação sem oferecer salários altos.

E as universidades não conseguem salvar o que as próprias escolas formaram durante os 11 (agora 12) anos de educação básica. Porque quem opta pelas carreiras de licenciatura não são os melhores. Ao contrário. Por fim, não nos esqueçamos de que a maioria dos professores de Física da rede estadual (incluindo os ACT) não se formou em Física. Que responsabilidade deveria ser atribuída às universidades no caso desses professores de outra área?

Há, de fato, um ciclo vicioso, o poder público tem responsabilidade e é o único que pode iniciar a mudança para melhor. Mas essa lista de problemas da coluna é superficialíssima. Em nada contribui para o debate. Coloca outros no papel de vilões, como os sindicatos - que, se não são os mocinhos da novela, ao menos têm as suas tortas razões - e, o mais grave!, coloca os professores ACT na berlinda com essa ideia de divulgar individualmente as notas - já imaginou os diálogos? Eu imaginei um:

Professor: Pedrinho, nota 4. Você ficou de recuperação.

Pedrinho: Você tira zero na prova e EU fico de recuperação? Quem tira zero ainda tem direito de dar nota para alguém?

O que está ruim pode ficar pior. Como se vê, é só botar o Dimenstein na Secretaria de Educação para a guerra realmente começar.



Escrito por Prof. Perdigão às 01h19
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Acreditando que é bom o que não é bom...

Um texto interessantíssimo dos professores do Colégio Equipe, de São Paulo, publicado na igualmente interessantíssima Revista Educação, trata de colocar o Enem no seu lugar.

O texto mostra praticamente tudo o que eu vivo falando para os alunos. Desejei ter escrito um texto desses, mas faltou tempo. Mas alguma coisa sobre a minha opinião sobre o Enem você encontra em postagens antigas deste blog.

Afinal, o que há com o Enem?

O principal: é um exame sem padrão definido (na prática, porque a teoria é linda), que exige "conhecimentos e competências" descolados daqueles que deveria avaliar: os do Ensino Médio brasileiro. O Enem não é bom para nada daquilo a que se propõe. Nem mesmo valer 20% da nota da primeira fase da Fuvest.

Leia o texto, você vai até se divertir. Embora seja trágico. Uma tragicomédia real.

Vou aproveitar o tema para falar do XVIII Simpósio Nacional de Ensino de Física, ao qual estive presente no mês passado.

(Observação: Já me lembraram de que os estudantes de ensino Médio não estão acostumados aos procedimentos de praxe em congressos científicos. Pois então: para a participação nesses congressos, é extremamente comum que você, como pesquisador, leve também alguma pesquisa de sua autoria, que seja inédita - poucos eventos admitem que se apresentem pesquisas "requentadas". Afinal, ciência é pesquisa, é debate, é busca da morte de mitos e lendas por consenso e, para isso, é preciso divulgar as suas pesquisas. Além disso, apresentar trabalhos em congressos melhora o seu currículo acadêmico. Pois bem, as pesquisas são avaliadas previamente por uma comissão científica, que pode aceitar ou rejeitar a sua apresentação. Infelizmente, é frequente que pessoas despreparadas façam parte da comissão científica do congresso, e, com isso, trabalhos péssimos ou inúteis são aceitos, enquanto trabalhos importantes e benfeitos são rejeitados e, portanto, não podem ser apresentados. C'est la vie, diria o francês.)

Eu havia comentado que a pesquisa que submetemos foi reprovada por um dos árbitros, que não admitia a conclusão de nosso trabalho: a de que os livros didáticos de Física estão longe do ideal. Eu encontrei, obviamente, lá em Vitória, essa árbitra do "não", que aproveitou a ocasião para rebater pessoalmente o nosso trabalho. Descobri que ela participa da seleção governamental dos livros didáticos para que o governo federal só compre os melhores.

Em dado momento, citei o autor de um dos livros avaliados - eu gostava do livro dele, até perceber que, para um aprendiz, ele não é o melhor que poderia ser (na verdade, nenhum livro está sequer perto do melhor que pode ser) - e ela lembrou que a comissão aprovou o livro sem ressalvas.

Mas, se os livros didáticos de Física estão bons a ponto de serem recomendados sem uma única ressalva, porque é que praticamente ninguém sabe, realmente, Física? Será que o problema está só nos professores, nas escolas, nos pais, na sociedade, mas não nos livros?

Se os livros são bons em absoluto (e não, como o livro que usamos para discutir, bons apenas em relação a outros livros já existentes), um aprendiz poderia usá-lo como único recurso didático para aprender Física, e realmente aprenderia, independentemente de qualquer outro fator, certo? Mas, pelo que sei, ser autodidata em Exatas é coisa de superdotado - uma minoria. Há uma contradição aí.

A questão que ficou em aberto, e que ninguém conseguiu rebater, nem eu, nem ela, é a minha afirmação - que requer provas melhores, concordo - de que os livros ainda usam uma linguagem muito abstrata para o aluno. Na minha opinião, é urgente perceber que faltam etapas nos livros: não é possível passar do fenômeno físico, real, à respectiva representação numérica ou gráfica em um pulo só! Mas faltam pesquisas que mostrem que isto é um dos problemas para a aprendizagem da Física.

Enquanto não se provar isso, livros como o mencionado por nós em Vitória serão aprovados sem restrições, como se fossem a solução definitiva da Educação no País. Está errado! É preciso chamar a atenção dos autores para que melhorem seus livros para os aprendizes, descobrindo, afinal, os problemas que nós nem sabemos que existem nesses livros. Um livro que não é perfeito não pode continuar sendo aprovado pelo Pnlem sem restrições. O Governo pode até comprá-lo, por ser o melhor que existe, mas precisa incentivar a criação de algo ainda melhor.

Jurei para mim mesmo que não ia falar mais nisso, mas não consegui me conter: outro exemplo é a educação em certas cidades em comparação com a média, como (mas não só) em Rio Claro. Ontem, ao conversar com um ex-aluno, que quer Medicina mas não logrou êxito em 2008, soube que ele está entre a franquia duvidosa que tem sede em SJC e fazer cursinho em São Paulo. Sei que o orçamento da maioria dos pais é limitado, mas, neste caso, só existem duas opções honestas: mudar de carreira ou mudar de cidade. O resto é perda de tempo e dinheiro. Não dá para continuar acreditando que é bom o que não é bom...

P.S. de 12 de fevereiro de 2009: Acredito no potencial do aluno. Só não acredito no potencial do referido cursinho para uma carreira tão concorrida.



Escrito por Prof. Perdigão às 23h43
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Calendário modificado

Com a anuência dos alunos já matriculados na Capital, alteramos o calendário do 1º semestre, substituindo a aula do dia 7 de março por uma aula em 28 de fevereiro.

Não houve alteração na carga horária total do curso.

Os alunos que já haviam se matriculado antes da primeira reunião precisavam dessa confirmação, que será feita por telefone ainda antes do Carnaval.



Escrito por Prof. Perdigão às 01h24
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A reforma ortográfica já chegou ao BoaProva

Como alguns notaram, procuro escrever o blog de acordo com a nova ortografia do nosso idioma.

Mas farei e estou fazendo mais.

Nosso material didático de 2009 já será produzido de acordo com as novas regras.

A Base de Lançamento acaba de ser finalizada e tem 58 páginas, ganhando, portanto, duas páginas em relação à edição 2008, em que ainda separávamos teoria e exercícios.

Será praticamente impossível concluir tudo a tempo de entregar o material no sábado aos novos matriculados. Por isso, devo priorizar a cotação de custos da confecção desse material. Os alunos já matriculados preferiram o formato fichário em detrimento dos formatos espiral (previsto inicialmente) e brochura, só que aquele primeiro é mais caro. Verei se será possível atender ao pedido dos alunos para a substituição.



Escrito por Prof. Perdigão às 00h52
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Dúvidas comuns - São Carlos

Seguem algumas dúvidas que o pessoal tem enviado por e-mail ou vem ligando para eliminar em São Carlos:

P: O curso só começa no meio de março? É muito longe!

R: Sim, é verdade. Mas é excelente para todos. É bom para o aluno que ganhou um alento enganoso na UFSCar, diante da divulgação de uma lista de espera quilométrica, em que poucos serão convocados efetivamente. Ele não perde nada no BoaProva, mesmo que espere até a enésima chamada. Antes de isso acontecer, pensamos em oferecer aulas prévias no fim de fevereiro ou início de março, mas já havia surgido uma impossibilidade nossa, devida ao aparecimento de um curso que deverei fazer na USP em São Paulo, durante duas semanas, exatamente no início de março. As aulas prévias se transformarão em aulas posteriores ou em horários alternativos ao longo do semestre, para que consigamos cumprir o cronograma. Quem quiser começar a estudar antes poderá retirar o material antecipadamente, já que, por força do início das aulas em São Paulo, ele deverá estar pronto até 28 de fevereiro.

Gostaria, ainda, de comentar o fato de que certos cursinhos de exatas começam as aulas na primeira semana de fevereiro. É coisa de quem pensa demais no dinheiro, pois isso não é do interesse da maioria dos alunos. As aulas nos cursinhos convencionais só começam lá para o fim de fevereiro, semanas depois. Isso só serve para justificar a cobrança integral do mês de fevereiro. Inúmeros alunos perdem semanas e semanas de aula. Outra: no BoaProva, o Extensivo tem 10 parcelas. Em certos concorrentes, são 11. Compare.

P: Quantos alunos haverá na turma?

R: Nem eu sei. A única coisa de que sei é que o BoaProva em São Carlos nunca abriu turma com mais de 8 alunos. Nosso forte em São Carlos são as aulas particulares - os pais gostam porque, embora mais caras que nos principais concorrentes, no BoaProva eles têm a garantia de que não vai ser um recém-formado ou terceiranista de engenharia quem ministrará tais aulas, e sim alguém que entende de Educação em Ciências e Matemática, que é mestre e doutorando na área. Quanto ao tamanho da turma para 2009 (1º semestre), o número mais provável está entre 4 e 6 alunos. Ambiente de atenção total do professor ao aluno. Compare esse fator com a concorrência, também.

P: Vocês estão desde 2003 abertos? Nunca ouvi falar de vocês!

R: O BoaProva nunca anunciou em outdoors nem na TV. Fez anúncios na Rádio Jovem Pan FM e no Jornal Primeira Página de 2004 até 2008. Raramente faz panfletagens em porta de vestibular ou de cursinhos convencionais. Atualmente, só anuncia pela internet, com verbas baixíssimas. Até 2007, tinha o nome Secular. Agora, Secular representa apenas a marca de nosso material didático, que foi separado da escola BoaProva para mais fácil comercialização e adoção por outras escolas do Brasil. Se você nunca tinha ouvido falar da gente, é principalmente porque somos pequenos, em termos de verbas e número de alunos. Mas para a sua sorte, até agora não superados em talento, qualificação do professor, profundidade e atualização do material didático e, em especial, taxa de aprovação, entre todos os cursinhos de exatas da cidade de São Carlos. Compare você mesmo, mas exija informações concretas, que possam ser provadas. Nós temos e podemos provar que somos os melhores.

P: Não tem um descontinho? Fui lá no Xoxoxoxoxo e eles me pediram menos.

R: A turma BoaProva, como dissemos, é muito pequena. É extremamente desagradável atender a alunos da mesmíssima forma e cobrar deles valores diferentes, ainda mais numa turma de amigos, como costuma ocorrer em nossos cursos. Poderíamos fazer como certos concorrentes, que dizem que "possuem limitadas bolsas de 30%, e outras poucas de 20%, blá-blá-blá, etc." e fingir um desconto que, na realidade, é universal. Esse tipo de teatrinho é empulhação. E nós não admitimos mais, embora já tenhamos feito até 2005, até nos darmos conta de quão irritante isso é para os alunos e pais inteligentes. É exatamente por isso que os alunos mais esclarecidos vêm para o BoaProva: zero enganação, eterna busca pela qualidade máxima. Quem conhece nosso trabalho dificilmente opta pela concorrência, mesmo pagando um pouquinho a mais. E é isso que mais nos orgulha. O BoaProva não quer ser o maior cursinho da cidade, tampouco o maior do Brasil. Quer apenas ser sempre o melhor.

P: Qual é a estrutura de vocês?

R: Em São Carlos, temos parceria com o Cicbeu desde março de 2005. Com isso, podemos oferecer sala multimídia com home theater, computadores em rede, internet wireless gratuita para alunos, biblioteca própria com acervo que versa sobre todas as disciplinas do vestibular e obras literárias, além de outros materiais, agradável jardim, sala de aula moderna e bem-iluminada, banco de questões que bate, hoje, em estimadas 110 mil questões de vestibulares de todo o Brasil.

P:  Meu filho está no segundo colegial. O cursinho é a melhor opção para ele?

R: Pessoalmente, acho que não. Em casos muito excepcionais, até vale a pena. Mas só se o seu filho gostar de exatas e tiver um desempenho realmente diferenciado. Mesmo nesses casos, o melhor é a aula particular. É mais cara, mas seu custo pode cair se houver associação entre pais. A aula particular é a garantia de um conteúdo 100% voltado especificamente para as necessidades do seu filho. Evite escolas de reforço que tentam colocar todos os alunos, independentemente da série colegial, na mesma turma. A conveniência é exclusiva do dono da escola. E isso vale até para escolas especialistas em português e redação. Cada escola regular tem a sua metodologia, cada série tem suas especificidades. Misturar o aluno de 1º colegial do CASC com o do 2º colegial da Educativa, por exemplo, é tornar o curso mediano - medíocre - por definição. É diferente do cursinho, onde todos realizarão a mesma prova e precisam estar no topo, no ápice de suas capacidades intelectuais e mentais.

P: Soube que no ano passado não houve turma regular em São Carlos. Qual a garantia de que haverá neste ano?

R: A garantia é dada pelo fato de já termos matrículas em número suficiente para a abertura da turma, algo que não ocorreu em nenhum momento, infelizmente, em 2008. No ano passado, as coisas aconteceram da mesma forma que estamos prevendo para este ano, só que neste ano, ao que parece, muito mais intensamente. Muitas pessoas nos procuraram em meados de março, depois de termos dispensado os alunos já matriculados. Queriam o BoaProva porque aqui as aulas não tinham começado ainda, e elas ficaram esperando a convocação na UFSCar até o último momento. Tivemos de dispensar também esses alunos porque já não tinhamos mais nenhum, e não houve turma.

P: Mas, nesses casos, em que o aluno passa no vestibular, vocês não devolvem o dinheiro?

R: Sim, integralmente. Mas é uma opção dos alunos deixar a matrícula no cursinho para depois de esgotadas as suas chances de convocação. Ninguém parece gostar de fazer cursinho por vários anos, essa opção costuma ser evitada. Há, também, outro tipo de aluno, que desperta tardiamente para a necessidade de se matricular, e só aparece em março, independentemente de aguardar chamada. Isso prejudica o funcionamento de um cursinho de turmas reduzidas como o nosso, mas, como já disse, neste ano, felizmente, já há a garantia de que não haverá este problema.

Para finalizar, uma dúvida incomum.

P: Soube de vocês pela internet, e gostei do blog, ele mostrou para mim o quanto vocês são transparentes. Gostei da proposta de vocês e vou matricular minha filha. Mas fiquei curioso: vocês não têm medo de se expor tanto à concorrência?

R: O que nos importa é atender bem ao senhor e à sua filha, ganhar sua confiança para oferecer o melhor serviço, a melhor aula, o melhor material, a melhor expectativa de aprovação. Não temos muitas pretensões comerciais, só queremos viver bem e trabalhar com aquilo de que gostamos: ensinar e aprender. Por exemplo, divulgar o preço pela internet foi pensado por nós como uma maneira de facilitar a sua vida. A concorrência poderia facilmente descobrir nossos preços, por mais que o escondêssemos, e vice-versa. Por isso, quem lhe obriga a se dirigir à escola para saber preços pensa antes no comercial, no dinheiro, em suas neuroses sobre espionagem comercial e depois em você, se é que pensou em você. E esse pensamento fixo no aluno e no alcance de seus objetivos antes de tudo, vale para tudo aquilo que fazemos. Agradecemos pela sua preferência, e ficamos felizes por ter dado, já neste primeiro contato, por meio do blog, os sinais corretos para obter sua confiança: a nossa transparência e a nossa dedicação.



Escrito por Prof. Perdigão às 03h05
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